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sábado, agosto 06, 2011

GRÉCIA 1: Introdução e Período Homérico


Os gregos são considerados os responsáveis pelos fundamentos da chamada civilização ocidental. O pensamento filosófico atual utiliza ensinamentos deixados por Platão, Aristóteles, filósofos gregos. A simetria, tão estimada pelos gregos foi fundadora do referencial estético do ocidente, além do teatro grego que legou peças ainda hoje encenadas.

CRETA
A chamada civilização cretense desenvolveu-se na ilha de Creta, localizada no mar Egeu. Teve destaque pela produção artesanal luxuosa, pelo sistema de estradas que ligava todas as regiões e pelo comércio com o Oriente Médio. As cidades-estados cretenses mais importantes foram Cnossos, Faístos e Milos. Com a chegada dos aqueus se formou a civilização micênica. Em 1400 aC, aproximadamente, os micênicos invadiram Creta e destruíram Cnossos: começava a hegemonia de Micenas no comércio e no artesanato. A língua de Micenas se assemelhava ao grego mas o governo estava mais parecido com as civilizações orientais e seus governos centralizados. Os gregos preservaram vários traços da cultura micênica como os deuses e alguns fatos históricos como a guerra de Tróia.

GRÉCIA: período homérico – 1100-800 aC
As principais fontes para o conhecimento deste período da história grega são os poemas épicos escritos por Homero.
                No poema Ilíada podemos ler sobre a guerra de Tróia, sendo Tróia uma cidade pré-helênica que se confrontou com os aqueus (gregos). A Odisséia narra os acontecimentos que se sucederam a Ulisses após a Guerra de Tróia em seu retorno a ilha de Ítaca. A Odisséia é a fonte mais rica de informações acerca da história da Grécia antiga.
                Com a invasão dos dórios a organização política e econômica passou a ser gentílica, ou seja, organizada em gens ou clãs, que acreditavam ser descendentes de um ancestral comum. A produção de excedentes gerou uma aristocracia que monopolizou as terras, ferramentas e o gado. O trabalho era exercido por escravos e existiam ainda os thétas, pobres que viviam em situação mais precária que os escravos. Artesãos livres compunham o quadro social daquele momento histórico.
                A liderança dos gens era do patriarca (basileu), que acumulava, assim, funções de caráter religioso.
                A união de gens formava uma frátria, que formava uma tribo em momentos de perigo e que era comandada pelo filo-basileu, que não era escolhido hereditariamente.

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